segunda-feira, 13 de setembro de 2010

No mundo da Fantasia...

imagens VIA

Sou apaixonadinha por feltro, acho ele fofo e muito prático de se trabalhar, tenho várias coisinhas feitas do material, inclusive as corujinhas do aniversário da Sofia...então quando vi este pequeno achado, no Etsy...babei...pura doçura, estou em uma fase meio "algodão doce"... Além de lindos chapéus de festas, tem pequenas coroas para enfeitar as cabecinhas de nossas princesas e também capinhas, bolsinhas...etc....Vale a pena a visita, para fazer umas comprinhas quase lúdicas ou para, simplesmente se inspirar...
Beijocas com gosto e cor de algodão doce...

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

A importãncia de fechar a boca e abrir os braços

Leiam e reflitam...
"Uma amiga ligou com notícias perturbadoras: a filha solteira estava grávida.
Relatou a cena terrível ocorrida no momento em que a filha finalmente contou a ela e ao marido sobre a gravidez.
Houve acusações e recriminações, variações sobre o tema "Como pôde fazer isso conosco?" Meu coração doeu por todos: pelos pais que se sentiam traídos e pela filha que se envolveu numa situação complicada como aquela.
Será que eu poderia ajudar, servir de ponte entre as duas partes?
Fiquei tão arrasada com a situação que fiz o que faço – com alguma frequência – quando não consigo pensar com clareza: liguei para minha mãe. Ela me lembrou de algo que sempre a ouvi dizer. Imediatamente, escrevi um bilhete para minha amiga, compartilhando o conselho de minha mãe:

"Quando uma criança está em apuros, feche a boca e abra os braços."

Tentei seguir o mesmo conselho na criação de meus filhos. Tendo tido cinco em seis anos, é claro que nem sempre conseguia. Tenho uma boca enorme e uma paciência minúscula.
Lembro-me de quando Kim, a mais velha, estava com quatro anos e derrubou o abajur de seu quarto.
Depois de me certificar de que não estava machucada, me lancei numa invectiva sobre aquele abajur ser uma antiguidade, sobre estar em nossa família há três gerações, sobre ela precisar ter mais cuidado e como foi que aquilo tinha acontecido – e só então percebi o pavor estampado em seu rosto. Os olhos estavam arregalados, o lábio tremia.
Então me lembrei das palavras de minha mãe. Parei no meio da frase e abri os braços.
Kim correu para eles dizendo: – Desculpa... Desculpa – repetia, entre soluços. Nos sentamos em sua cama, abraçadas, nos embalando. Eu me sentia péssima por tê-la
assustado e por fazê-la crer, até mesmo por um segundo, que aquele abajur era mais valioso para mim do que ela.
– Eu também sinto muito, Kim – disse quando ela se acalmou o bastante para conseguir me ouvir. Gente é mais importante do que abajures.
Ainda bem que você não se cortou.
Felizmente, ela me perdoou.

O incidente do abajur não deixou marcas perenes. Mas o episódio me ensinou que é melhor segurar a língua do que tentar voltar atrás após um momento de fúria, medo, desapontamento ou frustração.
Quando meus filhos eram adolescentes – todos os cinco ao mesmo tempo – me deram inúmeros outros motivos para colocar a sabedoria de minha mãe em prática: problemas com amigos, o desejo de ser popular, não ter par para ir ao baile da escola, multas de trânsito, experimentos de ciência malsucedidos e ficar em recuperação.

Confesso, sem pudores, que seguir o conselho de minha mãe não era a primeira coisa que me passava pela mente quando um professor ou diretor telefonava da escola. Depois de ir buscar o infrator da vez, a conversa do carro era, por vezes, ruidosa e unilateral.
Entretanto, nas ocasiões em que me lembrava da técnica de mamãe, eu não precisava voltar atrás no meu mordaz sarcasmo, me desculpar por suposições errôneas ou suspender castigos muito pouco razoáveis.

É impressionante como a gente acaba sabendo muito mais da história e da motivação atrás dela, quando está abraçando uma criança, mesmo uma criança num corpo adulto.
Quando eu segurava a língua, acabava ouvindo meus filhos falarem de seus medos, de sua raiva, de culpas e arrependimentos. Não ficavam na defensiva porque eu não os estava acusando de coisa alguma. Podiam admitir que estavam errados sabendo que eram amados, contudo. Dava para trabalharmos com "o que você acha que devemos fazer agora", em vez de ficarmos presos a "como foi que a gente veio parar aqui?"

Meus filhos hoje estão crescidos, a maioria já constituiu a própria família.
Um deles veio me ver há alguns meses e disse "Mãe, cometi uma idiotice..."
Depois de um abraço, nos sentamos à mesa da cozinha.
Escutei e me limitei a assentir com a cabeça durante quase uma hora enquanto aquela criança maravilhosa passava o seu problema por uma peneira.

Quando nos levantamos, recebi um abraço de urso que quase esmagou os meus pulmões.
– Obrigado, mãe. Sabia que você me ajudaria a resolver isto.

É incrível como pareço inteligente quando fecho a boca e abro os braços."
Texto extraído do livro: Histórias para aquecer o coração da mães
Bom Fim de Semana!!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Pra a mamãe e o papai

Mais uma ideia fofa para colocarmos em prática. Bom fim de semana! Já já volto com uma mensagem quase mágica e muito eficaz, para todas nós.
Beijocas

Fácil de fazer...

Super moderninho e fácil de fazer...o fim de semana está chegando...vamos colocar a mão na massa...ou no papel e tesoura.
Beijocas.

Que tal uma limonada???

Acho que vou fazer uma banquinha desta para minha Petit, acho que ela vai fazer o maior sucesso. Que fofa!!
Bj.

Combinação perfeita

Sou suspeita para falar...esta, para mim, é a combinação perfeita...vermelho e branco, este chão de madeira deixa tudo mais bonito.
Beijocas.

Meu querido diário...


Oi meninocas!!! Olhem que bolinho fofo, adorei as bandeirolas! Meu Bezinho faz aniversário semana que vem, acho que vou copiar a ideia, se for fazer alguma coisa, pois troquei a festinha dele por uma viagem à São Paulo, com direito a um jogo na Vila, ele não pestanejou, aceitou na hora...
E agora vou desenrolar minhas desculpas, por tanto tempo de ausência...o primeiro motivo já é conhecido de vocês, minha mudança para outra cidade, Chapecó, ainda não fui, mas hoje tenho exatamente uma semana para arrumar toda a mudança e bater em retirada, com filhotes e tudo, então estou muito apurada, deixei tudo para a última hora, não tenho nada resolvido ainda, nem mesmo a moradia, vi alguma coisa mas ainda não aluguei nada, estou achando que vou dar jeito em tudo e sair com meus dois pequenos embaixo do braço...tomara que consiga.
Mas o motivo maior de toda esta ausência, foi que semana passada tomei vários sustos, primeiro me chamam na escola da Sofia, pois ela estava com a temperatura muito alta, passei o fim de semana com ela subindo a temperatura e eu baixando com antitérmico, na segunda feira levei no hospital e depois que o médico fez o diagnóstico a temperatura simplesmente não subiu mais, na madrugada do mesmo dia o Bernardo me acorda as três da manhã dizendo que estava com muita dor de cabeça e no corpo também, fui medir a temperatura e o bichinho estava com 39°, ele não costuma ter febre, no outro dia levei ao pediatra, que diagnosticou bronquite (nunca teve), início de pneumonia e suspeita de apendicite, resultado internação para fazer exames e confirmar tudo isso, peguei a pequena na escolinha e fomos todos internados junto com ele, os exames logo vieram, ele foi liberado para fazer o tratamento em casa, mas em observação, por conta da apêndice. Ahhh...em meio a isso tudo, eu que estava tomando os remédinhos bem bonitinha para minha gripe, deixei tudo de lado e agora estou com uma tosse horrorosa, parece que estou com a "tuberca".
E depois de tanto me incomodar e estressar corri para casa da mamãe e passei o fim de semana e feriado por lá. Fui visitar minha sobrinha Isadora, que nasceu no dia primeiro, prematuramente, mas é muito linda e fofa, um anjo (outro susto). Também fui visitar uma amiga, que por acaso já está casada a mais de três anos e eu nem conhecia o marido, aproveitei para passear com minha mãe e levar as crianças ao shopping (antes que elas esqueçam o que é isso) e descansar um pouquinho.
Pois então este é um resumo das minhas últimas semanas, nada glamuroso, eu sei, ando muito ansiosa e apreensiva, não sei como as coisas vão funcionar daqui para frente, espero que isso tudo seja passageiro e que logo logo tudo volte para o seu lugar, então me perdoem por tanta ausência e agradeço por todo carinho sempre deixado aqui em forma de comentários.
Beijocas... não me abandonem....